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31 de Janeiro de 2019 às 08:51

Reclassificação de agências Banpará: é necessário um tempo para ajustar o orçamento familiar


Crédito: Reprodução

Belém PA - Dois assuntos têm trazido dor de cabeça ao funcionalismo do Banpará. O primeiro deles é a reclassificação de agências para níveis menores, devido ao impacto financeiro na remuneração dos comissionados, considerando que a comissão entra na renda familiar. O segundo é a interrupção da ajuda aluguel para muitos gestores, o que causa um desarranjo nas contas domésticas. Devido a essas situações, o Sindicato dos Bancários do Pará encaminhou dois ofícios ao Banpará na tarde desta quarta-feira (30) em busca de providências.

Para a questão da perda de comissão através o rebaixamento de nível das agências, o Sindicato propõe que, semelhante ao descomissionamento por reestruturação ou interesse da empresa, também neste caso da reclassificação não haja desconto dos funcionários e por 3 meses se mantenha a comissão de antes da reclassificação, a fim de que tenham um tempo mínimo para ajustar o novo padrão de renda ao orçamento.

A entidade sindical também sugere que agências que caíram mais de 2 níveis tenham prazo mais elástico de comissionamento; e que para todas as agências reclassificada a menor, haja uma orientação permanente e um auxílio mais assertivo.

Ajuda aluguel

Outra questão que aflige o funcionalismo do Banpará é a Ajuda aluguel. O banco suspendeu o benefício a diversos gerentes gerais pelo fato de terem completado os 30 meses regulamentares.

O Sindicato também enviou ofício ao banco sobre essa questão, onde solicita que, em caráter de urgência, a diretoria do banco delibere pelo imediato pagamento do referido benefício, até que se resolva outras medidas administrativas da instituição, como eventuais rodízio e outros.

“Entendemos que essas questões apresentadas ao Banpará são demandas administrativas que podem ser facilmente resolvidas pelo banco. Esperamos que a direção da instituição tenha a sensibilidade necessária e atenda nossa reivindicação, no sentido de garantir uma tranquilidade financeira necessária a esses funcionários e funcionárias diretamente afetados pelos cortes de benefícios”, afirma o presidente do Sindicato, Gilmar Santos.

“A reclassificação de agências para baixo precisa levar em conta que é preciso um tempo na vida e no orçamento dos colegas para que possam equilibrar os orçamentos familiares. Pelo menos, uns três meses, podendo esse prazo ser alargado para as agências que tiveram queda de dois ou mais níveis. Já a ajuda aluguel, precisa ter continuidade, sem qualquer interrupção, para que os gestores tenham tranquilidade com o pagamento da moradia”, destaca a diretora do Sindicato e funcionária do Banpará, Vera Paoloni.

Fonte: Bancários PA


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