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23 de Outubro de 2020 às 08:41

SEEB/MT protesta contra as demissões no Bradesco


#QuemLucraNãoDemite

O Sindicato dos Bancários de Mato Grosso (Seeb/MT) realiza protestos Contra as Demissões nos Bancos Privados, a atividade faz parte da Campanha Nacional Contra as Demissões nos Bancos. 
Na manhã desta quinta-feira, a manifestação aconteceu na porta da agência do Bradesco, localizada, na Rua Marechal Mascarenha de Moraes, no Bairro Duque de Caxias. 
Para o secretário de assuntos intersindicais e sociais do Seeb/MT,  João Luiz Dourado, é inadimissivel o banco, que lucra bilhões, demite trabalhador e trabalhadora mães e pai de família, neste momento de pandemia, de desemprego e de crise sanitária. Os bancos não têm motivos para demitir, pois com o COVID-19 eles reduziram custos e continuam lucrando.  Ao contrário de outros setores da economia que foram afetados com a crise econômica e sanitária, os três maiores bancos privados tiveram juntos um lucro de R$ 21,7 bilhões no primeiro semestre deste ano”, afirma. 
“O Bradesco demitiu. Então, nós estamos aqui para chamar a atenção da sociedade e dos clientes que o Bradesco não tem responsabilidade social. Precisamos é de mais contratações de trabalhadores para atender melhor a população. E, vamos continuar na luta vigilantes contra as demissões e cobrando mais contratações”, completa o dirigente do Seeb/MT. 
"Num momento em que o país enfrenta a sua maior crise em muitas décadas, em grande parte por causa da pandemia da Covid-19, é inaceitável que os bancos, o setor que mais lucra em quaisquer circunstâncias, façam essa demissão em massa, descumprindo acordo que assumiram com a categoria bancária. Por isso vamos às ruas e às redes sociais denunciar essa irresponsabilidade", critica Cleiton dos Santos, presidente da Federação dos Bancários do Centro-Norte (Fetec-CUT/CN), que esteve presente no ato do Seeb/MT. 

De acordo com o secretário geral do Seeb/MT, Alex Rodrigues, as demissões nacionalmente atingem mais de 2.600 trabalhadores entre as três grandes instituições financeiras privadas: Itaú, Bradesco e Santander. Na mesa de negociações com os patrões-banqueiros, durante a longa e exaustiva Campanha Nacional d@s Bancári@s 2020, os bancos garantiram não demitir durante a pandemia” destaca Alex. 

“Os bancos privados, incluindo o Bradesco, receberam trilhões de reais do governo para auxiliarem durante a pandemia, porém, ao invés, de emprestarem a juros baixos às micro e pequenas empresas, preferiam ganhar juros sobre esse valor e deixar milhares de empresas quebrarem e, pior, a  contrapartida que estão oferecendo ao país são  demissões de trabalhadores em meio da pandemia. Total irresponsabilidade”, avalia o vice-presidente do Seeb/MT.

 


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